Ainda falando sobre companheiros que tentam moldar suas companheiras (pode ser o contrário também). Esse é um assunto extenso, e que dificilmente alguém não vivenciou um dia. Penso que há dois tipos de casos assim. Há aquele em que o homem tenta mudar a personalidade da mulher, e aí penso ser muito ruim, porque descaracteriza a pessoa, faz ambos infelizes enquanto constrói-se não uma relação, mas uma ilusão. Nesses casos, por exemplo, a mulher é mais delicada e terna na intimidade e o homem quer que ela se porte como uma prostituta, ou ela se sente bem com o estilo mais moderno e ele quer que ela seja mais clássica, ou ela tem talento e desejo de realizar projetos profissionais e ele quer que ela seja dona-de-casa, enfim, tudo que muda as disposições íntimas que moldam a nossa personalidade e nos faz únicos entre nosssos iguais em humanidade. Mas há um outro tipo de mudança que é benéfica e até é sinal de verdadeiro amor. É aquele em que o companheiro ajuda sua companheira a se despir de vícios que lhe fazem mal à saúde física, espiritual, emocional e psicológica. Um marido que ajuda sua esposa com o alcoolismo, por exemplo, onde ele não tenta mudar a personalidade dela, mas mudar hábitos que são perniciosos para ela, e que até ajudam a esconder sua verdadeira personalidade, porque ninguém que é viciado em qualquer tipo de droga, é totalmente ciente de si mesmo, porque as drogas destróem muito do emocional, do psiquismo e também do espiritual.
Ou então uma esposa que tem sérios problemas com o egoísmo, ou hiper-centrada na vaidade, esquecendo que existe qualquer coisa além dela mesma. Gasta toda sua vida, suas energias e seus potenciais, em cuidar de si mesma fisicamente e esquece do resto do mundo, e até mesmo dos mais próximos. O egoísmo e a vaidade não fazem parte da nossa personalidade, porque são vícios morais que existem para serem extirpados pouco à pouco. O que existe em nós são potenciais divinos que devem ser cada dia mais aflorados e trabalhados, e ajudar nossa cara-metade à ver-se enquanto criatura divina, bela e potente em virtudes por natureza, é uma amar, não tolher.
Agora existe o grande desafio... A pessoa quer mudar? Essa é a pergunta de sempre em processos assim. Não adianta o marido passar anos e anos tentando ajudar a esposa a sair do alcoolismo, da vulgaridade e depreciação de si mesma, se ela não está disposta à isso, se ela "gosta" de viver bêbada, em situações vulgares e depreciativas diante da sociedade e do próprio lar. Ela vai encarar a ajuda dele como tolhimento, e para ela será mesmo um tolhimento, porque se aquela é sua zona de conforto, sair dalí é como se sentir descaracterizada. Em essência e em *verdade* ela estaria sendo amada e ajudada a se descobrir verdadeiramente e à encontrar-se, mas na prática ela se sente rejeitada, muitas vezes até humilhada (quando ela própria está se humilhando no alcoolismo e em situações de ridículo que essa situação proporciona), se sente tolhida e mal-amada, afinal seu marido "não aceita ela como ela é", "não gosta do jeito dela", "não aceita a vida que ela escolheu para si mesma", "é preconceituoso", "a faz sentir-se inferior", e muitas outras coisas, que no fundo são transferências, porque quem faz tudo isso com ela, é ela mesma.
Por tudo isso penso que devemos sempre analisar com cuidado o tipo de mudança que nossos companheiros nos pedem, e até que nós mesmos exigimos deles. Essa "ajuda" é para nos transformar em um modelo que ele idealiza como a "mulher perfeita", ou essa ajuda é realmente uma ajuda para nos encontrarmos em meio à nossos vícios, limitações e perdições pessoais? Essa mudança vai nos fazer bem enquanto criaturas divinas que somos, ou vai nos fazer mal? Essa mudança vai nos deixar com mais saúde de um modo geral, ou vai nos deixar doentes de alguma forma?
Estamos sendo realmente amadas por um companheiro que vê a beleza da nossa alma mais até que nós mesmas, ou estamos sendo moldadas como bonequinhas, para o luxo pessoal de um homem manipulador?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Amor e Essência
Hoje estava lendo um blog excelente que descobri à poucos dias, e li um artigo que chamou muito a minha atenção pela forma madura e lúcida com que a autora tratou do tema "casamento". Um trecho que achei fantástico, em que ela fala sobre as mudanças que não devemos jamais fazer em prol de outros e de um relacionamento: "Aquelas que nos tiram a alma… As que exigem, que sejamos outra pessoa, as que nos fazem infeliz, que nos fazem fingir, mentir, esconder. As que fazem com quê nos sintamos culpados por sermos quem somos;
Fazer isso conosco é um auto-crime dos mais cruéis, e querer fazer isso com alguém, um crime hediondo também, porque mais que matar o corpo, mata a alma, mata nossa essência, o que temos de mais valioso e divino, porque foi o que recebemos de Deus ao sermos criados. Mata a individualidade que Deus criou de forma exclusiva. Mata nossos potenciais, nossa capacidade de crescer e expandir a nossa Verdade íntima e intransferível, mata o que temos de mais sagrado em nós, a assinatura de Deus na nossa alma.
Quando alguém nos exige que sejamos algo diferente do que somos à fim de nos amar e nos aceitar, é porque não somos amados de verdade. Não somos queridos ou desejados de verdade. O que quer que seja que essa pessoa sente por nós, não é amor. Se fosse, haveria encantamento pela forma que somos, e não rejeição. Se fosse, haveria atração pela nossa autenticidade, e não rejeição. O amor, quando é amor de verdade, ama a essência, ama justamente o que nos faz únicos, ama o divino que nos habita, ama justo aquele diferencial que é só nosso, e que nos faz, aos olhos do amor, um ser especial. Eu não consigo compreender um amor que rejeita a autenticidade de alguém, menos ainda que queira mudar uma pessoa para algo que idealiza-se como modelo de alguma coisa.
Das coisas mais tristes que vejo, são pessoas tentanto apagar sua essência divina e única, para se moldar aos modelos de perfeição de pseudos-amores. É triste ver o brilho próprio e único de alguém, ser apagado para satisfazer as necessidades de pessoas que não as amam verdadeiramente. E o mais triste é que não raras vezes elas juram que são amadas... Mas de que adianta viver a ilusão de serem amadas, se elas destróem o auto-amor no processo? Só é amado verdadeiramente, aqueles que se auto-amam e que sabem expandir e fazer crescer cada vez mais o brilho próprio.
Apagar-se para ser amado, é a melhor forma de não ser verdadeiramente amado, mas iludido. O amor verdadeiro se encanta com a essência, não com as máscaras e os papéis...
Fazer isso conosco é um auto-crime dos mais cruéis, e querer fazer isso com alguém, um crime hediondo também, porque mais que matar o corpo, mata a alma, mata nossa essência, o que temos de mais valioso e divino, porque foi o que recebemos de Deus ao sermos criados. Mata a individualidade que Deus criou de forma exclusiva. Mata nossos potenciais, nossa capacidade de crescer e expandir a nossa Verdade íntima e intransferível, mata o que temos de mais sagrado em nós, a assinatura de Deus na nossa alma.
Quando alguém nos exige que sejamos algo diferente do que somos à fim de nos amar e nos aceitar, é porque não somos amados de verdade. Não somos queridos ou desejados de verdade. O que quer que seja que essa pessoa sente por nós, não é amor. Se fosse, haveria encantamento pela forma que somos, e não rejeição. Se fosse, haveria atração pela nossa autenticidade, e não rejeição. O amor, quando é amor de verdade, ama a essência, ama justamente o que nos faz únicos, ama o divino que nos habita, ama justo aquele diferencial que é só nosso, e que nos faz, aos olhos do amor, um ser especial. Eu não consigo compreender um amor que rejeita a autenticidade de alguém, menos ainda que queira mudar uma pessoa para algo que idealiza-se como modelo de alguma coisa.
Das coisas mais tristes que vejo, são pessoas tentanto apagar sua essência divina e única, para se moldar aos modelos de perfeição de pseudos-amores. É triste ver o brilho próprio e único de alguém, ser apagado para satisfazer as necessidades de pessoas que não as amam verdadeiramente. E o mais triste é que não raras vezes elas juram que são amadas... Mas de que adianta viver a ilusão de serem amadas, se elas destróem o auto-amor no processo? Só é amado verdadeiramente, aqueles que se auto-amam e que sabem expandir e fazer crescer cada vez mais o brilho próprio.
Apagar-se para ser amado, é a melhor forma de não ser verdadeiramente amado, mas iludido. O amor verdadeiro se encanta com a essência, não com as máscaras e os papéis...
domingo, 21 de março de 2010
Mulheres que Amam Demais
Estava pesquisando sobre padrões de comportamento, e me vi no site do MADA (Mulheres que Amam Demais), e achei bem interessante a forma como elas lidam com esse padrão que há séculos e séculos e séculos, mantém à nós, mulheres, dependentes emocionalmente de homens que, geralmente, nos trazem sérios problemas emocionais e psicológicos. Lembro que conheci esse grupo de ajuda numa novela (não me lembro qual), que abordou o tema. Eu estava lendo alguma coisa no site e achei interessante o padrão, e fiquei pensando. Afinal, como esse padrão de comportamento se forma?
O que faz uma mulher interessante, inteligente, bem de vida, entrar em um padrão de comportamento tão profundamente humilhante e doentio? Por que elas perdem toda a noção de auto-respeito e se deixam imolar até a última gota de sua dignidade pessoal, e ainda chamam à isso de amor?
Há milhares de anos muitas mulheres se submetem à dependência emocional de homens que não as valorizam, tanto que das coisas que mais se vê no mundo são mulheres envolvidas com homens casados, ou mulheres sustentando homens perfeitamente aptos ao trabalho, ou mulheres se submetendo a todo tipo de humilhação física e psicológica com a violência doméstica, que mata mais mulheres que o infarto. É um padrão de comportamento triste, muito triste.
Qual é o limite do amor? Quando uma mulher pode saber se está dependente ou amando? Quando uma mulher pode saber se está sendo amada ou enganada? Como uma mulher pode saber o limite da sua dignidade e do seu auto-respeito?
No site tem um texto com as características das mulheres que amam demais, e que eu achei bem interessante. Agora a pergunta: qual de nós ainda não nos encaixamos em pelo menos um desses ítens?
CARACTERÍSTICAS DE UMA MULHER QUE AMA DEMAIS
Robin Norwood
1. Vem de um lar desajustado, em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas.
2. Como não recebeu um mínimo de atenção, tenta suprir essa necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes.
3. Como não pode transformar seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, reage fortemente ao tipo de homem familiar, porém inacessível, o qual tenta, transformar através de seu amor.
4. Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento.
5. Quase nada é problema, toma muito tempo ou mesmo custa demais, se for para "ajudar" o homem com quem esta envolvida.
6. Habituada à falta de amor em relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais.
7. Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento.
8. Sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereça ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar a vida.
9. Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar seus homens e seus relacionamentos. Mascara seus esforços para controlar pessoas e situações, mostrando-se "prestativa".
10. Esta muito mais em contato com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação.
11. Tem tendência psicológica, e com freqüência, bioquímica a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces.
12. Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas, incertas e dolorosas emocionalmente, evita concentrar a responsabilidade em si própria.
13. Tende a ter momentos de depressão, e tenta previní-los através da agitação criada por um relacionamento instável.
14. Não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados nela. Acha que esses homens "agradáveis" são enfadonhos.
O que faz uma mulher interessante, inteligente, bem de vida, entrar em um padrão de comportamento tão profundamente humilhante e doentio? Por que elas perdem toda a noção de auto-respeito e se deixam imolar até a última gota de sua dignidade pessoal, e ainda chamam à isso de amor?
Há milhares de anos muitas mulheres se submetem à dependência emocional de homens que não as valorizam, tanto que das coisas que mais se vê no mundo são mulheres envolvidas com homens casados, ou mulheres sustentando homens perfeitamente aptos ao trabalho, ou mulheres se submetendo a todo tipo de humilhação física e psicológica com a violência doméstica, que mata mais mulheres que o infarto. É um padrão de comportamento triste, muito triste.
Qual é o limite do amor? Quando uma mulher pode saber se está dependente ou amando? Quando uma mulher pode saber se está sendo amada ou enganada? Como uma mulher pode saber o limite da sua dignidade e do seu auto-respeito?
No site tem um texto com as características das mulheres que amam demais, e que eu achei bem interessante. Agora a pergunta: qual de nós ainda não nos encaixamos em pelo menos um desses ítens?
CARACTERÍSTICAS DE UMA MULHER QUE AMA DEMAIS
Robin Norwood
1. Vem de um lar desajustado, em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas.
2. Como não recebeu um mínimo de atenção, tenta suprir essa necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes.
3. Como não pode transformar seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, reage fortemente ao tipo de homem familiar, porém inacessível, o qual tenta, transformar através de seu amor.
4. Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento.
5. Quase nada é problema, toma muito tempo ou mesmo custa demais, se for para "ajudar" o homem com quem esta envolvida.
6. Habituada à falta de amor em relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais.
7. Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento.
8. Sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereça ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar a vida.
9. Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar seus homens e seus relacionamentos. Mascara seus esforços para controlar pessoas e situações, mostrando-se "prestativa".
10. Esta muito mais em contato com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação.
11. Tem tendência psicológica, e com freqüência, bioquímica a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces.
12. Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas, incertas e dolorosas emocionalmente, evita concentrar a responsabilidade em si própria.
13. Tende a ter momentos de depressão, e tenta previní-los através da agitação criada por um relacionamento instável.
14. Não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados nela. Acha que esses homens "agradáveis" são enfadonhos.
sábado, 20 de março de 2010
Autenticidade
Às vezes fico observando o quanto é difícil ser simplesmente autêntico no mundo de hoje. Há sempre alguém em quem nos espelhamos, ou até em modelos e padrões de comportamento social. É a moda, a arte, a religião, a profissão, os estigmas de diversas vertentes. O fato é que fica cada dia mais difícil sermos apenas nós mesmos. Quem somos nesse emaranhado de padrões e modelos? Por que temos tanta necessidade de nos padronizar? Por que hoje temos um padrão e amanhã temos outro? Somos nós que mudamos constantemente, ou é a nossa inconsciente busca por nós mesmos?
Por que nós sismamos em seguir padrões? Por que teimamos em estarmos sempre inseridos em algum modelo social? Por que, para nos sentirmos aceitos, temos que vestir as roupas da moda, ouvir as músicas que estão no top parede, adorar o artista mais famoso do momento ou até escolher profissões porque elas estão no top do mercado?
Por que nós nos perdemos tanto, tentando nos encaixar no mundo, quando é o mundo que tem que se adaptar à nós? Como encontraremos nossos verdadeiros afins? Como sairemos dos laços de amizade ou amor tão efêmeros quanto todos os modelos que buscamos para nos encaixar?
Mas acima de tudo isso, como somos espiritualmente? E se nos despirmos de todo imediatismo efêmero da matéria, o que sobra de nós?
Por que nós sismamos em seguir padrões? Por que teimamos em estarmos sempre inseridos em algum modelo social? Por que, para nos sentirmos aceitos, temos que vestir as roupas da moda, ouvir as músicas que estão no top parede, adorar o artista mais famoso do momento ou até escolher profissões porque elas estão no top do mercado?
Por que nós nos perdemos tanto, tentando nos encaixar no mundo, quando é o mundo que tem que se adaptar à nós? Como encontraremos nossos verdadeiros afins? Como sairemos dos laços de amizade ou amor tão efêmeros quanto todos os modelos que buscamos para nos encaixar?
Mas acima de tudo isso, como somos espiritualmente? E se nos despirmos de todo imediatismo efêmero da matéria, o que sobra de nós?
sexta-feira, 19 de março de 2010
Encontro Auto-pessoal
Como nos redescobrimos e nos reinventamos? Como resgatamos dos lugares mais profundos de nosso ser, aqueles desejos, sonhos, preferências e dons que temos e que fazem com que sejamos únicos? Quando passamos muito tempo sofrendo a influência de algo ou alguém, como nos desnudarmos para descobrirmos quem realmente somos?
Como quando temos uma religião por muitas vidas... Como fazemos, um dia, para nos desvincularmos dessa religião, e conhecermos o que somos, como somos e sentirmos a nossa religiosidade da forma mais pura e pessoal? E quando isso extende-se à todo nosso ser?
Como conseguimos deixar de ser o que pensamos ser, para descobrirmos o que realmente somos? Como nos encontramos com nossa essência e deixamos de ser "como nossos pais"?
É essa a minha primeira grande pergunta da minha nova jornada rumo à mim...
Como quando temos uma religião por muitas vidas... Como fazemos, um dia, para nos desvincularmos dessa religião, e conhecermos o que somos, como somos e sentirmos a nossa religiosidade da forma mais pura e pessoal? E quando isso extende-se à todo nosso ser?
Como conseguimos deixar de ser o que pensamos ser, para descobrirmos o que realmente somos? Como nos encontramos com nossa essência e deixamos de ser "como nossos pais"?
É essa a minha primeira grande pergunta da minha nova jornada rumo à mim...
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